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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Igreja avalia beatificação de Zilda Arns

José Maria Mayrink - O Estado de S.Paulo
A médica pediatra e sanitarista Zilda Arns Neumann, fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, poderá ser mais uma santa brasileira. O processo de beatificação e canonização será iniciado em 2015, cinco anos após sua morte no terremoto do Haiti, anunciou o arcebispo da Paraíba, d. Aldo di Cillo Pagotto, presidente do Conselho Diretor da Pastoral da Criança, durante comemoração dos 30 anos de criação da entidade.
D. Aldo, citado com destaque em reportagem da Rádio Vaticano, informou que caberá ao arcebispo de Curitiba, d. Moacyr Vitti, iniciar o processo, após obter a autorização da Congregação para as Causas dos Santos. "Começaremos então a coletar os testemunhos, que são imensos, casos de salvação de vidas e também todos os ensinamentos e práticas da doutora Zilda", disse d. Aldo. Para ele, o "pleito terá fácil aprovação".
Para o arcebispo da Paraíba, o que importa é "o gesto de valorização e de reconhecimento de todas as virtudes da médica, além do legado deixado para as pastorais". D. Aldo lembrou que Zilda concorreu ao Prêmio Nobel da Paz, "o que já é um reconhecimento de dimensão universal".
Zilda morreu aos 75 anos, no dia 12 de janeiro de 2010, sob os escombros de um prédio, enquanto fazia uma palestra para voluntários e colaboradores da Pastoral da Criança, em Porto Príncipe. Viúva de Aloysio Neumann, deixou quatro filhos e dez netos. Outros dois filhos morreram - Marcelo, recém-nascido, e Sílvia, aos 30 anos. Era a 12.ª de 13 irmãos, sete mulheres e seis homens, entre eles o cardeal d. Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo.
Em resposta ao Estado, d. Paulo agradeceu ao repórter a notícia sobre o processo de beatificação de sua irmã e pediu desculpas por não fazer qualquer comentário. No dia seguinte à morte de Zilda, o cardeal ditou a declaração: "Quanto mais medito sobre a vida de Zilda Arns Neumann e seu trabalho em favor das crianças e mães pobres, me convenço de que a esperança nasce com a pessoa humana e se realiza plenamente no Deus criador. Sinto que foi e é esse o sentido da vida de Zilda".
Foi d. Paulo quem convenceu, em 1982, Zilda a fundar a Pastoral da Criança e indicou o nome do então arcebispo de Londrina, d. Geraldo Majella Agnelo, atualmente cardeal e arcebispo emérito de Salvador, para ajudá-la na missão. A Pastoral da Criança, fundada em 1983, tem hoje cerca de 200 mil voluntários e atua em todos os Estados brasileiros e em 20 países da América Latina, da África e da Ásia.
Família. Filho de Zilda, o epidemiologista Nélson Arns Neumann, coordenador internacional da Pastoral da Criança, disse que "todos ficaram muito satisfeitos com a notícia de que ela poderá ser beatificada, porque, além de exemplo para a família, servirá de referência para outras pessoas que querem uma sociedade mais justa e fraterna". Os outros filhos são o veterinário Rubens, a psicóloga Heloísa e o administrador Rogério. Seu neto, Danilo, filho de Sílvia, era criado como filho.


Foto: Hélvio Romero/Estadão - 10/5/2007

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão

Pentecostais e católicos na mira da ONU

Julio Severo
Site do Ministério da Saúde afirma que “Para combater a AIDS é preciso garantir o Estado laico”. Sabendo que o jeito do governo brasileiro combater a AIDS é inchar especialmente grupos gays com gordas verbas de nossos impostos, o resultado final não poderia ser outro: ativistas gays com dinheiro e orgias de sobra, e a AIDS com epidemias de sobra, principalmente entre homossexuais.
Isso não é combater a AIDS. Isso é promover.
Combater, no dicionário, significa “lutar contra” e “fazer guerra”. A promiscuidade e a devassidão sexual, que são as principais causas da epidemia evitável, não estão sendo combatidas. Aliás, o governo brasileiro não tem plano nenhum de fazer guerra aos comportamentos promíscuos e devassos.
Contra quem ou o que o governo brasileiro deveria lutar? Pedro Chequer, representante do Programa das Nações Unidas para o HIV/AIDS (Unaids) no Brasil, deu sua opinião: “Urge lutar para a retomada do Estado verdadeiramente laico porque em muitos países estamos vendo como o fundamentalismo religioso — dos pentecostais no Brasil ou dos católicos em muitos países hispano-americanos católico — prejudica seriamente o combate à AIDS”.
Não que o governo brasileiro não tenha essa mesma opinião. Não que os ativistas gays não tenham a mesma postura. Estado laico é o eufemismo usado por eles para designar um Estado que combate ativamente os valores cristãos. E o representante da ONU já deu a dica: o alvo são os pentecostais e os católicos.
Pentecostais e católicos acreditam e ensinam que o sexo é apenas para um homem e mulher ligados pelo compromisso sagrado do casamento.
Em contraste, o governo brasileiro e a ONU acreditam e ensinam que o sexo é apenas um instrumento de “diversão”, cujas consequências físicas e financeiras devem ser jogadas sobre toda a sociedade, até mesmo sobre famílias que nunca apoiaram nem viveram as orgias promovidas por ambos.
Se a sociedade seguir os valores cristãos promovidos por pentecostais e católicos, o governo vai ter de parar de combater o sexo somente para o casamento e passar a combater as condutas depravadas. Se isso acontecer, a epidemia da AIDS vai se extinguir — e junto vai se extinguir a principal fonte de financiamento do ativismo gay.
Em 2009, recursos do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde foram investidos numa pesquisa de censura gay a livros didáticos, de modo que as crianças tivessem sobre a sexualidade acesso apenas à opinião dos devassos.
O dinheiro não foi para a AIDS. Foi para o ativismo gay nas escolas.
Alguns militantes homossexuais que trabalham com questões de AIDS estão revoltados com os desvios desse dinheiro. Conforme saiu na imprensa gay:
“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo. Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”
Na opinião dos que promovem a devassidão, é melhor seguir o conselho do representante da ONU. Mas três décadas têm comprovado fartamente que seguir tal conselho não é saudável para ninguém.
Contudo, o que importa, para eles, é que a epidemia da AIDS tem sido fartamente saudável para o bolso deles. E para proteger o bolso deles, eles farão todo e qualquer combate ao que o representante da ONU chamou de “fundamentalismo religioso” dos pentecostais e católicos.

Finalmente! Desvendada a epidemia de estupros praticados por muçulmanos

“Eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII"

Bob Unruh
Durante anos houve notícias em blogs, testemunhos pessoais e coisas do tipo a respeito do que parecia ser uma verdadeira epidemia de estupros praticados por homens muçulmanos contra mulheres e crianças, principalmente nos países do norte da Europa, onde há uma grande população de imigrantes muçulmanos.
Mas essas notícias chocantes raramente repercutiam ao ponto de alertar a população em geral acerca dos perigos que estavam se tornando evidentes. Afinal, tal notícia seria reprimida por atacar o islamismo e fazer discriminação contra muçulmanos.
Isso até agora, quando um caso do Reino Unido se mostrou tão grave que não pôde ser ignorado.
A BBC noticiou que nove homens foram condenados por exploração sexual de crianças na região metropolitana da Grande Manchester, depois que aliciaram meninas de até 13 anos. Mas mesmo assim, a notícia identificou os acusados como “asiáticos”, embora revelasse que as vítimas eram brancas.
O jornal Guardian deu um passo à frente e os chamou de “paquistaneses”, mas precisou um site de notícias menos conhecido, The Salfordian,para identificar os suspeitos como “muçulmanos” que “atraíam meninas de até 13 anos com álcool e drogas para abusar sexualmente delas 'várias vezes ao dia’”.
Adolescente de 14 anos, estuprada e morta por gangue muçulmana
Agora, o assunto ignorado ou suprimido por tanto tempo pode finalmente estar chamando a atenção merecida de uma grande onda de crimes, apesar da censura politicamente correta em torno dos fatos.
Autoridades do Instituto The Gatestone, um conselho de políticas internacionais não partidário e sem fins lucrativos e think tank dedicado à educação do público sobre questões não noticiadas na grande mídia, manifestaram-se.
Em um comentário há poucos dias, a organização destacou que o julgamento de 3 meses onde “os nove homens muçulmanos foram condenados por estuprarem dezenas de meninas inglesas” revelou que “a polícia e os assistentes sociais do norte da Inglaterra se recusaram várias vezes a investigar as gangues de pedófilos muçulmanos: eles alegaram medo de serem chamados de racistas”.
“Os detalhes chocantes que surgiram durante o julgamento abriram ainda outro capítulo no longo debate sobre multiculturalismo na Inglaterra, onde muitos dizem que o politicamente correto foi longe demais”, constata a fundação. “Menos de um mês após o fim do julgamento em Liverpool… foi revelado que assistentes sociais na cidade de Rotherdam, também no norte do país, há seis anos tinham conhecimento de que uma mãe adolescente (identificada como “Menina S”), que foi assassinada por envergonhar as famílias de dois homens paquistaneses que abusaram sexualmente dela, estava claramente sob perigo de gangues predatórias de muçulmanos”.
O Conselho de Proteção à Criança da cidade analisou o caso, mas “passagens chave de conteúdo politicamente incorreto que revelavam que eles sabiam que a jovem corria um risco específico de ‘homens asiáticos’ (muçulmanos) foram rabiscadas”, acusa a fundação. “O conselho foi ao tribunal em uma tentativa de anular as informações ocultadas depois que uma cópia não censurada do relatório vazou em um jornal britânico, mas a ação legal mais tarde foi abandonada. O relatório sem censura confirmou que “a Menina S” buscou contato com 15 agências diferentes, e identificou “várias oportunidades perdidas” de protegê-la; observadores acreditam que as agências se recusaram a fazê-lo porque não queriam ser classificadas como racistas”.
A fundação identificou vários incidentes adicionais em que o surgimento de privilégios especiais estava evidente, e todos eles incluíam um fator em comum: o islamismo.
De acordo com a Gatestone, foi em Leicester que uma “gangue de mulheres muçulmanas somalianas” atacou e quase matou um transeunte não muçulmano, mas foi liberada quando um juiz politicamente correto disse que, como muçulmanas, elas “não estavam acostumadas a beber”.
* Em Londres, dois muçulmanos estupraram repetidas vezes uma mulher, mas tiveram as sentenças reduzidas depois que juízes politicamente corretos deram a decisão de que eles não eram “perigosos”.
* Em Wiltshire, a polícia parou um veículo e ordenou que o motorista removesse a bandeira da Inglaterra do seu veículo, pois a bandeira poderia ser “considerada racista e ofender os imigrantes muçulmanos”.
* Em Manchester, a polícia prendeu uma menina de 14 anos que pediu ao professor para trocar de mesa, pois cinco outros estudantes na sua mesa estavam conversando em urdu e ela não podia entendê-los. Foi registrada contra ela uma suspeita de “infração racial contra a ordem pública”.
Mas com relação à epidemia de estupros, a notícia estranhamente direta sobre os nove muçulmanos condenados ocupou a seção editorial por apenas um minuto.
“Como nos acostumamos a ver, a mídia se refere a eles apenas como ‘asiáticos’ em vez de muçulmanos, e os comentários online não foram permitidos, pois poderiam aborrecer os invasores muçulmanos”, critica o relatório.
Devido às circunstâncias (para identificar estupradores muçulmanos, os indivíduos devem ser identificados por sua religião), estatísticas sobre o problema parecem quase não existir.
Dessa forma, muitas das notícias de estupros e ataques ficam sem repercussão, chegando apenas ao nível de fóruns como o the Asian Image,onde uma mulher postou um testemunho em primeira pessoa sobre ter sido atacada por um muçulmano.
“Tenho raiva de terem deixado um homem se safar depois de ter estuprado uma menininha por quatro anos, e ninguém percebeu nada, meus pais não notaram as minhas mudanças de humor, de ficar quieta e irritada. Meu agressor era supostamente um homem religioso, de prestígio, um homem em quem confiávamos e que tinha importância na comunidade… Ele roubou a minha infância e me levou a um lugar escuro, de onde eu não consigo sair”, dizia o sofrido testemunho.
Mas muitos blogs mais conhecidos tentaram, com o The Gates of Vienna, postando um testemunho de Paul Weston, do Partido da Liberdade Britânico (British Freedom Party).
Ele opina, “A esquerda precisa fazer um longo autoexame depois dessas terríveis revelações de gangues de estupradores muçulmanos. Eu não culpo em especial os muçulmanos, pois eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII, mas eu culpo a esquerda por literalmente permitir o estupro e a violação brutal das nossas crianças”.
“Todos vocês esquerdistas são cúmplices desses crimes contra a humanidade. Vocês poderiam ter impedido isso anos atrás, mas escolheram deliberadamente não fazê-lo”, ataca.
“A BBC, o The Guardian, a Procuradoria Geral da Coroa, a Agência de Proteção à Criança, a polícia politicamente correta: Eu acuso vocês e todo a elite esquerdista de deliberadamente acobertar os inúmeros estupros e as inúmeras vidas de crianças vulneráveis que foram arruinadas, devido às suas atitudes completamente imorais e obscenas para o seu próprio povo e à sua conivência covarde com uma ideologia religiosa e política que sanciona a violação de mulheres não muçulmanas”.
“Mesmo agora, quando os fatos estão diante de nós, vocês nos dizem que não é um problema muçulmano e nem aparentemente um problema racial, a não ser, é claro, que vocês sejam um asiático, um termo vago que abrange os muçulmanos. Mas dose nenhuma de evasão esquerdista e politicamente correta pode esconder a realidade, e a realidade confirma que a cultura predominante desses pedófilos é islâmica, e que a raça predominante da maioria das vítimas é de etnia britânicas”, enfatiza.
Esquentando o debate, ele cita a epidemia de estupros praticadas por muçulmanos em Oslo, Malmo, Copenhagem e Sydney.
“Acredito que podemos dizer com segurança que essa é uma questão de uma religião em particular, o islamismo, em vez da descrição obscena da esquerda como simplesmente problema asiático, e de fato é um problema racial quando a grande maioria das vítimas é de etnia europeia”, conclui.
Ele explica que o problema foi identificado em 13 cidades na Inglaterra “e agora foi provado que as autoridades sabiam disso desde o início da década de 90. Ou seja, possivelmente milhares de meninas jovens menores e vulneráveis foram estupradas e feridas física e psicologicamente pelo resto da vida, com pelo menos duas delas tirando as próprias vidas…”
A Jihad Watch também documentou a ameaça.
O relatório indicou que os islâmicos estavam apenas seguindo o islamismo: “O islamismo possui um desprezo supremacista por pessoas que não são muçulmanas, considerando-as ‘as piores das criaturas’ (Al Bayinat 98.6), que os muçulmanos devem tratar com severidade (Al Fath 48:29; Al Taubah 9:123)".
O site The Sheikyermami continua a documentar a epidemia, com as chamadas incluindo “Imigrantes estupram menina após aulas do Alcorão”, “Crianças britânicas estupradas por gangue como celebração do Eid ul-Fitr”, e “Imigrante ilegal estupra jovem três anos após mandado judicial de deportação”.
O Atlasshrugs documentou os ataques na Suécia, e o the MuslimRapeWave cita casos de vários lugares, além de protestos nos lugares onde ocorreram.
Uma das notícias descreve como um taxista muçulmano estuprou e matou uma passageira, depois escondeu o corpo para que “sua comunidade” não descobrisse.
Algumas das notícias sobre o caso datam de uma década atrás, em uma das quais a Jihad Watch testemunhou diretamente o interrogatório de um estuprador.
Na ocasião, o terrorista muçulmano Ramzi Hashem Abed foi questionado sobre suas atividades:
Perguntaram a ele, “Diga-me quantas operações de estupro e sequestro foram realizadas. Segundo minhas informações, as mulheres sequestradas eram estudantes universitárias ou filhas de pessoas famosas. Você as estuprou e ganhou dinheiro para isso, e se você não as matava depois… Isso realmente aconteceu?”
“Sim, foi o que eu fiz”, respondeu Abed.
O interrogador continuou, “Isso é Jihad, estuprar mulheres? Isso é Jihad?”
Abed: “É, porque elas colaboraram com os americanos”.
Interrogador: “Foi por isso que você as estuprou?”
Abed: “Sim”.
Interrogador: “Uma estudante que só está indo para a universidade é sequestrada, estuprada, e depois morta?! Isso era uma colaboradora dos americanos?!”
A comentarista Michelle Malkin também levantou a questão, citando reportagens de que “gangues de estupradores de meninas e mulheres muçulmanas” estão em alta na França.
“Os criminosos são fundamentalistas islâmicos”, diz a reportagem.
A epidemia na Escandinávia é descrita em um vídeo da CBN no YouTube:
Especialista afirma que o problema são homens muçulmanos estuprando mulheres não muçulmanas.
Na reportagem, até mesmo um imigrante muçulmano do Iraque mostra preocupação: “Temos um problema”.
E outro vídeo da majorityrights.com, datado de 2005, explica como meninas suecas foram atacadas, estupradas e quase mortas por quatro muçulmanos somalianos.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Finally! Veil lifted on Muslim rape epidemic

sábado, 18 de agosto de 2012

General condecorado afirma que lei islâmica já está em vigor nos EUA

O militar declarou que a influência islâmica já se infiltrou “nas mais altas esferas do governo dos EUA"

Michael Carl
O tenente-general aposentado do exército dos EUA, William “Jerry” Boykin, dá o alerta de que a lei islâmica da Sharia já está nos EUA, trazendo uma nuvem negra sobre o futuro da nação.
William “Jerry” Boykin
Boykin, ao falar para uma sinagoga lotada na cidade de Stoughton, Massachussets, no mês passado, declarou que “Existe uma ameaça neste país da Sharia e da Irmandade Islâmica”, destacando que a organização já está presente no país pelo menos desde 1962.
“O novo presidente egípcio, Mohamed Morsi, conta que se juntou à Irmandade Islâmica em 1978 quando estava nos Estados Unidos. As pessoas que defendem que a Irmandade Islâmica não está no país não estão lidando com a realidade”, assegura Boykin.
Segundo ele, até mesmo muçulmanos pagam o preço da indiferença à agenda do grupo radical.
“Muçulmanos que não defendem a Sharia no país são deixados de lado e não têm voz. Costumam ser marginalizados nas suas mesquitas, e às vezes não têm permissão de participar”, afirma.
Ele também explica que a Sharia tem profundas ramificações nos EUA.
“As pessoas acreditam que a Sharia não será uma ameaça aos Estados Unidos. Cinquenta e três casos em 28 estados foram decididos com base na Sharia em nível de apelação”, denuncia.
“Há grupos e websites nos EUA exigindo a lei islâmica. Eles se dedicam à sua difusão, e Mark Stein disse que o mesmo aconteceu na Europa”.
Ele continua, “Os europeus não levaram a ameaça a sério, e agora Steyn disse que não vai levar mais de uma geração até que a Europa seja dominada”.
Boykin falou à audiência sobre o plano mestre da organização para os Estados Unidos:
“A Irmandade Islâmica está trabalhando para controlar o diálogo no país, garantindo que as pessoas não falem sobre a Sharia e seus objetivos para nós”, explica.
“Ela também invadiu as mais altas esferas do governo. Foi ninguém menos que o diretor do FBI Robert Mueller que em março se reuniu com a Irmandade Islâmica. O líder da Irmandade reclamou do manual de treinamento antiterrorista”, conta Boykin.
“Em resposta, Mueller permitiu que o grupo eliminasse mais de 1000 documentos do manual de treinamento. Então não venham dizer que não pode acontecer aqui. Disseram a vocês muitas mentiras, e disseram que eles são uma religião de paz. Disseram que o islamismo e a democracia são compatíveis, e isso é mentira”.
Em uma entrevista exclusiva ao WND, Boykin tratou de temas relacionados:
“Eles nos dizem que todos adoramos o mesmo Deus. Isso é mentira. Com o meu Deus, você pode ter uma relação pessoal. Com Alá você não pode”, explica.
Ele ressalta que as raízes entre Israel e os Estados Unidos são profundas, e que é uma aliança que precisa ser honrada.
Ele também atacou o governo Obama por seu desprezo a Israel e por sua recusa em encarar o Irã como um assunto sério.
“Estamos cometendo um erro fatal se pensamos que Mahmoud Ahmadinejad é um palhaço. Ele fala muito sério”, alerta Boykin.
“As pessoas que pensam que ele é um palhaço como Hugo Chavez estão redondamente enganadas e não sabem nada sobre a teologia de Ahmadinejad”, explica Boykin.
Ele argumenta que Ahmadinejad leva muito a sério a crença escatológica do islamismo em um apocalipse dos judeus seguido do retorno do último imame.
Mas não para por aí.
“As universidades foram infiltradas. Igrejas foram infiltradas. A primeira organização da Irmandade Islâmica nos Estados Unidos é a Associação de Estudantes Muçulmanos”, aponta Boykin.
A entrevista acontece logo após um professor de uma faculdade luterana ter declarado acreditar que Jesus era muçulmano.
Boykin passou então a falar da relação política entre o governo americano e Israel.
“Na verdade os últimos quatro presidentes prejudicaram a relação do país com Israel, mas esse último é especialmente maligno”, comenta Boykin. “O governo disse para os israelenses voltarem suas fronteiras como eram antes de 1967, o que é o mesmo que mandar Israel cometer suicídio nacional”.
O general usou palavras duras ao falar da forma como Obama tratou pessoalmente os líderes israelenses.
“Demos boas vindas aos chineses na Casa Branca. Fizemos uma cerimônia oficial e estendemos o tapete vermelho”, critica Boykin. “Mas se algumas notícias estiverem corretas, o presidente deixou o primeiro ministro Benjamin Netanyahu sentado em uma sala sozinho por uma hora enquanto foi fazer outra coisa.
Nenhum presidente fez isso a um líder de estado israelense no poder”, alega.
O WND noticiou recentemente que Israel e Irã podem já estar travando uma guerra por procuração no Sudão, com Israel apoiando o Sudão do Sul e o Irã desenvolvendo alianças mais próximas com Omar al-Bashir no Sudão.
Uma guerra entre Irã e Israel é uma questão que deixa Boykin bastante preocupado.
“O primeiro ministro Netanyahu pode estar esperando para ver se Obama será reeleito. Se for o caso, os israelenses podem estar dispostos a lançar um ataque preventivo contra as instalações nucleares iranianas”, observa Boykin.
Dois sites de notícias israelenses especulam quão adversa seria um segundo mandato de Obama para Israel.
Boykin concorda.
“Se Obama for reeleito e não precisar se preocupar por mais quatro anos, Israel estará sozinho e terá que agir sem qualquer ajuda americana, que será pouco provável em um segundo mandato de Obama”, defende Boykin.
Ele afirma também que a guerra entre Israel e Irã é inevitável, e que os EUA precisam apoiar Israel.
Boykin também fez considerações parecidas na entrevista com o WND:
“Toda a questão da luta para defender Israel para mim é muito pessoal. Eu tento fazer as pessoas entenderem a natureza vital de Israel”, explica Boykin.
“Como um americano, fico chocado com o pouco que as pessoas nos EUA sabem sobre Israel. Fico chocado com o antissemitismo que está vindo para esse país”, lamenta.
“Os judeus começaram a vir para o país em 1650, trinta anos antes dos alemães e dos escoceses/irlandeses”, aponta.
“Foram os judeus que furaram o bloqueio britânico na Revolução Americana. Os judeus lutaram pela independência dos Estados Unidos”, argumenta Boykin. “E foi um banqueiro judeu que emprestou dinheiro para manter o país solvente durante os anos dos Artigos da Confederação”.
“John Adams disse que os hebreus fizeram mais pela civilização do mundo do que qualquer outro grupo”.
Boykin destaca também que o impulso para a criação de uma pátria judaica pode ter começado nos Estados Unidos durante o Segundo Grande Despertamento. Os pastores cristãos iniciaram uma petição para reunir apoio para uma pátria judaica.
O presidente da organização United West, Tom Trento também alertou sobre uma guerra cataclísmica entre Irã e Israel.
“Uma guerra entre Israel e Irã está próxima. O problema é que poucos ficarão do lado de Israel”, conclui Trento. “Há 11 mil quilômetros daqui, um pedaço de terra, a Cidade Sagrada, é o epicentro do terrorismo e da luta pela liberdade.
Vamos para a guerra com apenas alguns em quem se pode confiar. Poucos são confiáveis, mas dois deles estão sentados atrás de mim”, disse Trento, referindo-se ao rabino e a Boykin.
“Vocês de Stoughton têm muita sorte de terem um rabino que tem o coração e a base acadêmica; o coração de um leão e determinação de um guerreiro”, acrescenta.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Decorated general: Shariah is here now!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

‘Vi o mal e a corrupção em todo lugar da Igreja’, diz mordomo que será julgado pelo Vaticano

O Vaticano anunciou nesta segunda-feira (13) que abrirá um julgamento por vazamento de documentos reservados do papa Bento XVI contra o mordomo do pontífice, Paolo Gabriele, e seu cúmplice, o técnico em informática Claudio Sciarpelletti, cujo nome é mencionado pela primeira vez no escândalo.

O mordomo e o técnico, que é funcionário da Secretaria de Estado da Santa Sé, governo central do Vaticano, serão julgados por "roubo agravado" e "cumplicidade" neste caso conhecido como o escândalo "Vatileaks", informou o juiz de instrução, Piero Bonnet.
Paolo Gabriele, mordomo do papa, em foto de 23 de maio (Foto: AFP)
Paolo Gabriele, mordomo do papa, em foto de 23 de maio (Foto: AFP)
Casado e pai de dois filhos, Paolo Gabriele era um dos poucos laicos com acesso aos apartamentos do Papa. Ele chegou a ser preso, mas saiu da prisão no dia 21 de julho e se encontra desde então em prisão domiciliar.

Segundo a denúncia judicial de 35 páginas, Gabriele contou aos investigadores que se apropriou dos documentos por ter visto "o mal e a corrupção em todo lugar da Igreja". Acrescentou que quis cortar o mal pela raiz, "porque o papa não estava suficientemente informado".

Num trecho alusivo à saúde mental do acusado, Gabriele declarou aos investigadores que, depois que começou a copiar e divulgar os documentos,
chegou "a um ponto sem volta, e não conseguia mais me controlar".

"Eu tinha certeza de que um choque, talvez usando a mídia, poderia ser uma coisa saudável para recolocar a Igreja nos trilhos."

(No destaque) Paolo Gabriele é considerado um homem reservado, quase tímido. Ele tinha acesso aos aposentos mais privados no Palácio Apostólico do Vaticano - o apartamento do Papa
A denúncia também revelou que um cheque de 100 mil euros dado ao papa, uma pepita de ouro e um livro do século 16 foram achados na casa de Gabriele. O mordomo disse que pretendia devolver os objetos.

Outros 37 documentos reservados foram encontrados no apartamento privado de Gabriele em Castelgandolfo, a residência de férias do Papa nos arredores de Roma.

A denúncia assegura que o mordomo do Papa, chamado de Paoletto, um dos poucos laicos com acesso aos apartamentos do Papa, de quem era sua sombra, foi submetido a um exame psiquiátrico, que descartou problemas de índole psicológica.

Os documentos vazados neste ano apontavam caos de corrupção em negócios do Vaticano com empresas italianas, incluindo serviços superfaturados, e detalhavam rivalidades entre cardeais e conflitos a respeito da administração do banco do Vaticano.


Fonte: G1  

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Religiosos e juristas criticam o BBB: programa é imoral e antiético


Um suposto caso de estupro no Big Brother Brasil, reality show da TV Globo, gerou grande repercussão e discussões ao longo da última semana. A polêmica envolvendo os participantes Daniel e Monique começou na madrugada do dia 15. Após uma festa regada a muita bebida, os dois participantes protagonizavam cenas quentes, debaixo de cobertas, num dos quartos do programa. Muito embriagada, Monique aparentemente dormiu e o modelo Daniel teria aproveitado para abusar sexualmente da mulher desacordada.
A Rede Globo tratou do assunto com discrição. O participante Daniel foi expulso do reality show, mas a emissora não esclareceu detalhes sobre o motivo da expulsão, alegando apenas que o modelo teria "infringido as regras do programa". Na manhã da última terça-feria (17), Monique prestou depoimento á Polícia Civil do Rio de Janeiro e teria afirmado que as "carícias" foram consentidas.
Daniel e Monique envolvidos em questão polêmica no 'BBB'
Daniel e Monique envolvidos em questão polêmica no 'BBB'
O episódio já é considerado a maior polêmica de todas as edições brasileiras do Big Brother. O programa é famoso por incentivar a discórdia entre seus participantes, que se enfrentam com o objetivo de ganhar um prêmio em dinheiro. Complôs, tramoias e conspirações são comuns entre os 'brothers'. Outra característica marcante são as festas luxuosas do reality show, regadas a bebidas.
Imoral e antiético
Algumas lideranças religiosas se manifestaram repudiando o episódio e criticando o reality show. Segundo os religiosos, programas como o BBB insultam os valores da moral e da ética, sendo um péssimo exemplo para a família brasileira. 
"O programa amplifica os maus costumes que desgraçadamente já acontecem na vida real. As cenas de insinuações que aparecem no Big Brother e em algumas novelas são um desrespeito para toda a família. Hoje em dia a televisão incentiva a violência, o ódio, a traição e a infidelidade", disse o reverendo Gulhermino Cunha, presidente da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.
O reverendo ainda defendeu um maior controle no conteúdo televisivo.
"Para evitar casos como esse, vale aplicar a censura, não só à Globo, mas a qualquer outra emissora. Temos que preservar a nossa ética. Pois se continuarmos assim, chegaremos ao mesmo nível de deteriorização da época de Noé e o Dilúvio", afirmou Guilhermino.
Globo teria responsabilidade
A defensora pública Rosane Lavigne, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, ressalta que a questão mais grave não diz respeito aos participantes envolvidos, mas sim à responsabilidade de Rede Globo frente ao suposto abuso.
"A polícia deve investigar o caso com as cautelas de praxe. Mas eu penso que um ponto de extrema importância é o papel da Globo nessa história. É de interesse da emissora o uso sensacionalista e comercial dessa questão. O episódio deu Ibope e foi repercutido em outros canais de TV", disse a defensora.
"Me preocupa a ausência de um órgão que possa fiscalizar e investigar os meios de comunicação em situações como essa, podendo até rever o contrato de concessão das emissoras".
Segundo o Artigo 13, Parágrafo 2º do Código Penal, uma pessoa ou entidade pode ser penalmente condenada por crime comissivo por omissão, quando o omitente devia e podia agir para evitar o resultado de um crime.
Via Povo em Foco Por De Moraes

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Papa: a América é "cada vez mais hostil ao Cristianismo"


  • Qui 19 jan 2012 09:38 EST


CIDADE DO VATICANO, 19 de janeiro de 2012 ( LifeSiteNews.com ) - Em uma reunião com vários Bispos dos EUA hoje, o Papa Bento XVI disse que o consenso que existiu uma vez na América em apoiar "os princípios éticos decorrentes da natureza e Deus da natureza", desvaneceu-se. "Hoje que o consenso erodiu significativamente em face de novas e poderosas correntes culturais que não são apenas diretamente oposta aos ensinamentos morais da tradição judaico-cristã, mas cada vez mais hostil ao cristianismo como tal", disse ele.


". Própria humanidade", o Papa foi enfático ao insistir que a ameaça representada pelas tendências atuais ameaça não só o cristianismo, mas Ele disse: "Na medida em que algumas tendências atuais cultural conter elementos que poderiam diminuir a proclamação destas verdades, se contraindo-lo dentro os limites de uma racionalidade meramente científica, ou suprimi-la em nome do poder político ou governo da maioria, eles representam uma ameaça não apenas para a fé cristã, mas também para a própria humanidade e à verdade mais profunda sobre o nosso ser e vocação suprema, nossa relação a Deus. "

O Papa usou uma linguagem forte para descrever a situação grave que ele percebe na América. "(I) t é imperativo", disse ele, "que toda a comunidade católica nos Estados Unidos chegam a compreender as graves ameaças ao testemunho público da Igreja moral apresentado por uma laicidade radical que encontra expressão crescente nas esferas política e cultural. "Ele continuou:" A gravidade dessas ameaças deve ser claramente apreciada em todos os níveis da vida eclesial. "

Papa Bento XVI referia especificamente às tentativas de limitar a liberdade de religião, e "negar o direito de objecção de consciência por parte de indivíduos e instituições católicas em matéria de cooperação nas práticas intrinsecamente más".

A referência às "práticas do mal" inclui as agências de adoção católicas sendo forçados a permitir a adoção homossexual, o mandato de contraceptivos Obama, e medidas similares.

Papa Bento XVI, em soar o alarme, não apelou para recuar, mas para os líderes da Igreja Católica para avançar com a pregação da verdade no entanto impopular. "Por sua vez, a Igreja nos Estados Unidos é chamada, em tempo e fora de tempo, a proclamar um Evangelho que não só propõe verdades morais imutáveis, mas propõe com precisão como a chave para a felicidade humana e da prosperidade social", disse ele. "Com a sua longa tradição de respeito pela justa relação entre fé e razão, a Igreja tem um papel fundamental a desempenhar na luta contra as correntes culturais que, com base em um individualismo extremo, procuram promover noções de liberdade individual da verdade moral."

Endereço completo do Papa pode ser lido aqui .

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Obs: Destaquei partes que achei interessantes serem bem observadas.

Via Povo em Foco Por De Moraes 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Casamento homossexual é ameaça à humanidade, diz Papa

By Ana Araújo | Repórter do The Christian Post

O Papa Bento XVI deu uma das declarações mais polêmicas já feitas por ele sobre o casamento homossexual nesta segunda-feira, 9. Ele afirmou que a união gay “é uma das várias ameaças atuais à família tradicional, pondo em xeque o próprio futuro da humanidade".

"Essa não é uma simples convenção social", disse o papa, "e sim a célula fundamental de cada sociedade. Consequentemente, políticas que afetam a família, ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade".

A declaração foi feita a diplomatas de mais de 180 países, durante um tradicional discurso de ano novo. O Papa afirmou ainda que as crianças precisam de "ambientes" adequados, e "o lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher".

Bento XVI reafirmou os preceitos da igreja que condenam os atos homossexuais e que defendem a criação de filhos somente pelas famílias tradicionais.

"A unidade familiar é fundamental para o processo educacional e para o desenvolvimento dos indivíduos e Estados; daí a necessidade de políticas que promovam a família e auxiliem na coesão social e no diálogo", disse o líder religioso.

Vários países pelo mundo já liberaram o casamento gay em sua constituição. A Holanda foi o primeiro, em abril de 2001, seguida pela Bélgica em junho de 2003, Espanha e Canadá em julho de 2005 e a Grã-Bretanha em dezembro desse mesmo ano.

A África do Sul foi o pioneiro africano em 2006 e na Noruega, não só o casamento foi liberado, como os casais homossexuais também adquiriram o direito de adotar crianças, desde o início de 2008.

Recentemente, o casamento homoafetivo também foi liberado na considerada capital do mundo, Nova York. Em resposta, o arcebispo da cidade, Timothy Dolan, que será sagrado cardeal pelo papa em fevereiro, publicou uma carta de repúdio à nova lei.

Dolan criticou o presidente Barack Obama por sua decisão e alertou que essa política pode "precipitar um conflito nacional de enormes proporções entre a Igreja e o Estado".

A Igreja Católica Romana, com mais de 1,3 bilhões de seguidores no mundo, considera o comportamento sexual humano quase sacramental por natureza. Além do homossexualismo, ela também condena todas as outras formas de sexo não-natural, como contracepção, pornografia e masturbação.

No regimento da Santa Sé, está explícita a preocupação da igreja com o crescimento da liberdade sexual na sociedade: "o número de homens e mulheres que têm tendências homossexuais arraigadas não é ignorável”, escreve.

No mesmo documento, o homossexualismo é explicado como “objetivamente um transtorno, constitui para muitos deles uma provação”, condena ainda qualquer tipo de perseguição violenta aos gays e afirma que todos os que quiserem “mudar de vida” serão bem-vindos na igreja.

"Pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do auto-controle que ensinam-nas liberdade interior, muitas vezes com o apoio de amizade desinteressada, pela oração e graça sacramental, eles podem e devem gradualmente e resolutamente se aproximar da perfeição cristã”, afirma.

Fonte: The Christian Post

Via Povo em Foco Por De Moraes